Sentar é um privilégio dos Deuses e Imperadores. Esse berço de ouro onde nasceram as primeiras cadeiras passa desapercebido perante a onipresença de um objecto que nos é tão próximo. Sentamos para trabalhar, comer, conversar com os amigos, relaxar, conduzir, ler e uma infinidade de outras actividades.
Esquecidos estão também os marceneiros, esses sapientes produtores de cadeiras, uma injustiça quando Évora, nos princípios do século XX, tinha nas cadeiras pintadas a sua principal actividade artesanal, e possuía diversas lojas especializadas ao dispor dos turistas que a visitavam.
Nessa visita guiada, que além das peças do Museu de Évora, inclui as do Celeiro Comum, Centro de Artes e Ofícios Tradicionais, as da Sé de Évora e as do Museu das Carruagens, iremos voltar a questionarmos sobre a forma, os materiais utilizados e as ideias associadas às cadeiras. Afinal sentar pode ser um acto comum, mas também é um acto social pleno de significado.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário